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Lumina Dermal

Qual a origem da Lumina Dermal?
A Lumina Dermal pode substituir a Lumina Coat? Por que?
Não, pois apesar das duas membranas terem a mesma origem, o seu processamento é distinto,
garantindo a Lumina Dermal maior resistência ao tensionamento, o que por sua vez permite a utilização em pro- cedimentos cirúrgicos que exijam maior resistência de uma membrana regenerativa reabsorvível.

Qual a diferença entre a Lumina Coat e a Lumina Dermal?
Ambas são membranas não reticuladas (não Cross-link)*, todavia, a Lumina Dermal tem maior resistência mecâni- ca suportando maior tensão em tracionamento, garantindo maior tempo de reabsorção chegando até 90 dias.

Qual o tamanho da Lumina Dermal e em quantos defeitos pode ser utilizada?
A Lumina Dermal tem 20x30mm, e pode ser utilizada na área de 01 até 03 dentes.

A Lumina Dermal suporta suturas?
Sim, bem como ela também é resistente a fixações com tachinhas e parafusos. Todavia, sugerimos a utilização dos fios de sutura e dos parafusos de cabeça expandida.

A Lumina Dermal pode ficar exposta? Por que?
Não, pois, por ser colágeno e reabsorvível, sua exposição pode comprometer seu tempo de reabsorção.

Por que considerar a Lumina Dermal como uma membrana de lenta reabsorção?
Por ser um tecido conjuntivo específico associado ao seu processamento, a Lumina Dermal apresenta maior resistência a degradação, diferentemente de outras membranas. Por ter colágeno de tipo 01 em sua formação, per- mite alta resistência e capacidade de formação do arcabouço, atuando como suporte de formação de novo tecido, gerando a característica osteocondutora, garantindo a formação de vascularização, que dará a origem ao processo de regeneração do tecido ósseo a ser formado no defeito.

Quais as indicações cirúrgicas da Lumina Dermal?
• Recobrimento de defeitos ósseos;
• Proteção do acesso ao seio maxilar;
• Proteção de sítios de defeitos ósseos;
• Preenchimento de alvéolos;
• Proteção de furca radicular exposta;
• Auxílio na integração dos componentes do tecido periodontal;
• Barreira biomecânica nos processos de regeneração tecidual guiada.

Como manipular a Lumina Dermal?
A Lumina Dermal apresenta inicialmente, devido ao seu processamento, o aspecto de uma lâmina de grande resistência. Com isso, há necessidade de manipulação utilizando a imersão em soro fisiológico por um período entre 03 a 05 minutos para que ela assuma sua característica maleável.

Ela pode ser associada com PRF?
Sim, e sugerimos a utilização do I-PRF associado a um biomaterial (Lumina Bone ou Lumina Porous) Criteria, com a Lumina Dermal recobrindo ou utilizando a membrana de L-PRF acima, protegendo a membrana.

Existe alguma membrana semelhante no mercado?
A maioria das membranas do mercado, são de origem de pericárdio. O processamento exclusivo e único da Lumina Dermal, apresenta em sua origem características diferentes das membranas do mercado.

Quando não usar a Lumina Dermal?
Em situação que geram riscos potenciais de exposição.

Vou ter um ganho maior de osso em relação as outras?
Devido ao seu grau de resistência associada a sua estrutura e estabilidade volumétrica, a Lumina Dermal possui diferencial de não alterar sua espessura, garantindo maior volume de biomaterial a ser substituído, que por sua vez influencia no resultado final do ganho de volume tecidual, diferentemente de outras membranas regenera- tivas que podem apresentar variação volumétrica de sua espessura.

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CARGA IMEDIATA

Carga Imediata

Paciente de 73 anos, masculino, foi indicado para exodontia do elemento 12 devida a presença de trinca radicular provocada por presença de pino intrarradicular.

O planejamento e execução constou de exodontia minimamente invasiva, para preservação do processo alveolar e dos tecidos periimplantares. Foi realizada instrumentação e instalação de um implante cone morse, com travamento de 50 Ncm. Em seguida foi confeccionado um provisório imediato para reabilitação do paciente. Após acabamento e polimento do provisório, foi então realizado o preenchimento do gap ósseo com biomaterial de origem bovina – Lumina-Bone Porous para ter ação osteocondutiva e também minimizar as alterações ósseas do alvéolo. O provisório foi então instalado e a oclusão ajuste evitando contato com o dente antagonista.

Referencia: Por Maiolino Thomaz
Lumina-Bone Porous

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IMPLANTODONTIA: CHAVE PARA REABILITAÇÃO BUCAL

Você já conhece a especialidade? 

A implantodontia é a área da odontologia que busca restabelecer as funções de
mastigação e estética perdida por ausência de um ou mais dentes.
Após o procedimento operatório, os implantes oferecem estabilidade e levam
segurança durante mastigação ou fala.
Quando se perde um dente, o osso ao redor da raiz vai se perdendo de forma
gradativa. Em casos em que não há a reabsorção óssea para fixação do
implante, se faz necessário o uso de enxerto ósseo.
Existem muitos casos cirúrgicos quanto ao tema, que demonstram o quanto são
variáveis as estratégias para se obter a reabilitação bucal necessária para o
paciente e cabe ao profissional cirurgião-dentista identificar o melhor
posicionamento e os melhores recursos para cada caso.

A evolução da implantodontia

Mandíbula de plástico no consultório do dentista. O Dentista tem nas mãos os implantes dentários.

Desde os tempos antigos, o homem busca formas de substituir os dentes que
eventualmente faltavam na arcada dentária, havendo registros por todo o mundo
sobre substituições de dentes por marfim, bambu e até pinos de cobre.
Como a maioria das questões científicas, a implantodontia evoluiu com o tempo. Ao
longo da história foram utilizados dentes de animais e de outros seres
humanos para o procedimento, não só por questões de desconfortos para
mastigação, mas também pela estética e autoestima do paciente.
Nesse sentido estético, no século XVIII, passaram a experimentar a utilização de
ouro para implantes dentais, mas ainda assim os resultados não foram bons.
Hoje, existe toda uma evolução tanto em comparação aos dados históricos quanto a
especialidade odontológica. E isso se reflete em melhores equipamentos, artifícios e
materiais sintéticos e biomateriais.
A tendência é continuar a evoluir com o surgimento de novas tecnologias e os
avanços em pesquisas sobre a temática.
Além de ser um procedimento menos traumático nos dias atuais, ainda é bem mais
acessível do que nos períodos anteriores.

Implantando mais que sorrisos



Conforme dito anteriormente, a implantodontia é uma solução para estética e
autoestima de pacientes com ausência de dentes. Mas além do quesito sorriso,
existe a preocupação com a funcionalidade do conjunto para a mastigação do
paciente. A mastigação é o processo inicial da digestão de alimentos, sendo a
responsável por triturar os alimentos antes que passem para os próximos
processos. Existe toda uma questão sobre tempo de mastigação e a forma correta
de se mastigar, que só se tornam relevantes se o indivíduo puder contar com a força
do maxilar e a quantidade de dentes necessários para o processo.
Enxertos ósseos, membranas, barreiras e instrumentos cirúrgicos, como a fresa são
utilizados no procedimento cirúrgico a depender de cada caso e os profissionais
trabalham dedicados para que todo o processo tenha excelência. Tudo, não apenas
para dar um belo sorriso ao paciente, mas para reabilitar a sua função bucal.
Agora que as informações estão frescas na sua mente, e se você é um
cirurgião-dentista, cabe a pergunta: Você trabalha com os melhores produtos do
segmento?
Nós da Critéria estamos no mercado há uma década acompanhando todas as
evoluções do ramo e trabalhamos com excelência em biomateriais, produzindo
nossos produtos em solo brasileiro.
Conheça mais sobre nossa história e produtos em nosso site www.criteria.com.br
Gostou do nosso contéudo? Então continue acompanhando o nosso blog para mais
notícias e informações sobre o mundo da odontologia.

Fonte clipagem: https://viewer.knewin.com/flip/3182/sJWPDxQVzXwIr30Auy8nqy4Kqg4jx6pSpO3AEOiEgWgpuRWsh8bnOwWy_Qq7Ay86OlBT E10Q8FziRK_RbNHLIoD0iReUiKigvOWz86MtxsE4M_o_TUrQz_P5cVMXhgYhdDanEY9vbn5UeFqC-JSQcGgB4RQ0TzBzUeA ITq5PJTo=

https://viewer.knewin.com/flip/3182/sJWPDxQVzXwIr30Auy8nqy4Kqg4jx6pSpO3AEOiEgWgpuRWsh8bnOwWy_Qq7Ay86OlBT E10Q8FziRK_RbNHLIoD0iReUiKigvOWz86MtxsEA3n74ayRHIRjacXTvXIewViJz2siuH3bL2KOSU-Vl9yvPvqy0oQgPWXo2dIPl ow8= Fontes extras: https://rsaude.com.br/videos/materia/o-que-e-implantodontia/5850 https://blog.sinimplantsystem.com.br/evolucao-dos-implantes-dentarios/